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Autores & Autoras

Nesta coluna, semanalmente, você poderá conhecer um pouco mais sobre nossos escritores, nossas escritoras e suas obras.

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LEONARDO BRANDRÃO nasceu no Rio de Janeiro, em dezembro de 1975. Filho mais velho de quatro irmãos de um casal de professores, Leonardo sempre teve especial interesse pela Literatura. Desde muito novo, produzia textos e esquetes teatrais, talvez influenciado pelo perfil claramente humanista da instituição de ensino responsável pela sua formação dos oito aos 15 anos, o Colégio Pedro II. Em sua adolescência, flertou com o Direito e o Jornalismo, tendo, porém, ingressado na Escola de Medicina, onde se graduou em 2000. Após realizar especialização em Neurologia na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, migrou para Minas Gerais, onde continuou os estudos, com mestrado pela Universidade Federal de Minas Gerais e doutoramento (em andamento) pela Universidade Federal de Ouro Preto. Radicado em Ouro Preto, desde 2004, cidade na qual exerce suas atividades como médico neurologista e professor universitário, tem participação em inúmeros artigos e capítulos de livros, sempre na esfera cientifica. Azul é sua primeira imersão autoral no universo da literatura ficcional. 

O LIVRO - Azul, primeiro livro do médico e escritor carioca Leonardo Brandão Barreto, é uma obra literária de marcante beleza que acena para várias questões fundamentais da experiência humana. De fato, a história do Menino, um modelar Herói de mil faces ― para lembrar o célebre ensaio de Joseph Campbell ―, é uma narrativa na qual a curiosidade se opõe ao dogmatismo, o diálogo supera a Lei, a autodeterminação ultrapassa a obediência cega. O enredo ― muito bem construído, organizado em três partes ― materializa-se nas composições de uma escrita que alterna momentos cadenciados e infrenes, jogando com a menor ou maior luminosidade, esmaecendo ou realçando os diferentes matizes que convergem para uma multiplicidade de tons. As cenas, artesanalmente preparadas pelo autor, são capazes de evocar vivências que atravessam o leitor de muitos modos, lançando-o em um vórtice de emoções ― catárticas, quiçá terapêuticas (prerrogativas de um médico-escritor) ―, como bem assinalado por Aristóteles em sua Arte poética. Em última análise, a obra é um convite à afirmação da vida, em toda sua potência, uma ode à liberdade, um canto à sabedoria necessária à escalada do rochedo e à plenitude compassiva do mergulho no infinito. Infinitamente Azul.

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